Advocacia Preventiva

DEVO INVESTIR NA ADVOCACIA e CONSULTORIA PREVENTIVA?

A vacinação é considerada uma das maiores conquistas da humanidade?

É a responsável por erradicar a varíola e a poliomielite do Brasil.

Outras diversas doenças são controladas pela imunização, como o sarampo e a rubéola, etc…

Segundo dados da OMS, se forem ofertados a uma comunidade água tratada, esgoto e vacinas, reduz-se em cerca de 60 % o adoecimento dessa comunidade.

Creio que, que me lê, já se vacinou contra algumas doenças e toma em seu diaadia cuidados básicos para evitar adoecimento.

Agora, vamos ao ponto em que interessa: a saúde do seu patrimônio.

Assim como cuida bem da sua saúde, também é interessante que cuide da sua saúde patrimonial. Quando digo isso, me refiro aos cuidados que você deve ter na sua vida jurídica, a qual te traz deveres e obrigações, e sempre reagir a qualquer adversidade que apareça ou que lhe ameace, ou aos seus bens e dinheiro, de forma eficaz, rápida e preventiva.

Eis o ponto principal deste informativo, igualmente a vacina, você deve consultar um profissional do direito regularmente, para verificar a situação de risco dos seus negócios, sejam eles quais forem.

No Brasil, na maioria das vezes, o advogado é procurado apenas quando o problema já existe. A Cultura da prevenção ainda é pouco utilizada, porém, você pode mudar isso, e consultar um advogado para antecipar futuros problemas e seus desdobramentos.

Na pratica do dia a dia é constante litígios e situações que ocorrem devido a negócios jurídicos mal feitos, que depois se tornam verdadeiras guerras judiciais.

O Judiciário Brasileiro está “sufocado”, os processos são lentos e a falta de qualidade das decisões também são fatores preocupantes. Nos negócios jurídicos mal feitos, que geram dúvida no magistrado, você pode obter uma Sentença desfavorável, não importa o quanto insista nesta ideia.

Sentença desfavorável, não importa o quanto insista nesta ideia.

Nestes casos entra o advogado que atua de forma preventiva. Estimulando você a resolver os problemas na origem, de forma eficaz, antes que eles fiquem enormes ou até mesmo sem resolução.

A advocacia preventiva funciona em duas formas: análise e operação.

ANÁLISE: A título de exemplo, o advogado irá analisar determinado caso e deverá informar quais pontos podem ser prejudiciais para você, ou pode analisar a documentação de determinado bem que você deseja comprar, informando se há risco na compra.

OPERAÇÃO: O advogado irá elaborar pareceres como ferramentas que evitem que você entre em situações de conflito ou irá determinar a estratégia para que determinadas atitudes sejam tomadas e não possam ser revertidas.

Com essas ações preventivas, os gastos com uma futura ação serão minimizados, bem como o estresse de litigar em um demorado processo.

Para médicos e profissionais da área da saúde, a prevenção de litígios ainda tem um aspecto duplamente lucrativo, pois além de evitar perdas financeiras, o tempo e energia que seriam gastos em uma ação judicial serão gastos em produtividade.

A consultoria e assessoria jurídica não é ferramenta apenas para as grandes corporações, a necessidade já é latente, o pais é burocrático, você deve procurar na assessoria jurídica uma forma de manter-se produtivo e operante no mercado, ainda, para a prevenção de um litígio influencia substancialmente na qualidade de vida, principalmente de um profissional autônomo.

A advocacia e consultoria preventiva é uma tendência que veio para ficar,lembre-se que a saúde do seu patrimônio é tão importante quanto a sua saúde.

(Dr. Bruno M. da Silva Jussiani)

DIFERENÇA ENTRE URGÊNCIA E EMERGENCIA!

 

Em hospitais e postos de saúde, todos já viram ambulâncias, prontos-socorros e placas com o enunciado “Emergência”. Porém, em vez de usar esse termo, alguns profissionais da saúde afirmam que determinado caso é urgente.

Emergência e urgência são palavras parecidas, mas não possuem o mesmo significado, como diferenciá-las não é um trabalho tão fácil, pois, realmente, seus significados são quase iguais.

Entretanto, principalmente na área da saúde, as duas palavras exprimem conceitos totalmente diferentes, o que irá definir o tratamento de um paciente que acabou de chegar em uma instalação hospitalar.

Usamos o termo EMERGÊNCIA durante uma situação considerada crítica ou um perigo iminente, como um desmoronamento de terra, um incidente ou um imprevisto. Na área médica, quando a circunstância exige que ocorra uma cirurgia ou uma intervenção médica imediatamente, é um caso de emergência.

Note que as ambulâncias têm a palavra emergência, não urgência.

Uma situação urgente necessita ser resolvida imediatamente, não pode ser adiada, pois, se houver demora, pode haver até risco de morte, no caso da área de saúde.

Na medicina, ocorrências urgentes precisam de um tratamento médico, até mesmo uma cirurgia, mas podem apresentar também um caráter menos imediatista, por exemplo, um tratamento de câncer, que deve ser feito com urgência, mas não irá trazer as consequências de imediato. Ainda assim, não deixa de ser um caso urgente.

Existem alguns casos na emergência que necessitam de intervenção urgente, ou seja, não podem se prolongar. As diferenças no significado de ambas as palavras abrangem mais o campo científico. Por exemplo: certas hemorragias, paradas respiratórias e cardiovasculares são consideradas emergências.

Luxações, torções, fraturas (dependendo da gravidade, pois fraturas expostas, por exemplo, são consideradas extremamente graves e têm caráter emergencial) e doenças como dengue, catapora e sarampo são dotadas de um caráter mais urgente.

Desta forma, com os conceitos bem expostos, pode auxiliar os profissionais da área no momento de um preenchimento de prontuário ou para destacar a gravidade do caso para encaminhamento.

(Dr.Bruno M.da Silva Jussiani)

Mulher e a necessidade de Empoderar-se

O mês de março começa e muito se fala dos assuntos que permeiam a mulher. O dia 8 de março, além de um evento oficial é uma oportunidade de se prestigiar a mulher enquanto mãe, dona de casa, profissional e contribuinte no desenvolvimento da sociedade moderna. Não é a luta de uma mulher só, mas o que pode ser feito para fortalecê-la ainda mais em uma sociedade na qual os interesses femininos ainda são vistos como minoria.

E lembrar a todas as mulheres e aos homens que a luta é diária, mas que elas podem ser o que quiserem ser, vestirem o que bem entenderem e serem donas da própria vida e do corpo. O debate acerca do empoderamento feminino é o primeiro passo para podermos praticá-lo em casa, nas escolas, no trabalho, no empreendendorismo, na política e em tantas outras esferas.

O homem e a mulher não reagem da mesma maneira às situações impostas pelo cotidiano. Por isso, tais diferenças devem ser respeitadas. É importante trabalhar cada particularidade em beneficio de um melhor crescimento social e econômico, por meio da igualdade de oportunidades. Enquadram-se então, a oportunidade de funções, salários, flexibilidades, cargos. Uma participação cada vez maior na esfera política para que haja verdadeira democracia e justiça, afinal, a igualdade de direitos e oportunidades é à base das economias e sociedades saudáveis.

O movimento feminista no Brasil cresceu por volta da década de 70 e desde então ganha cada vez mais visibilidade e força. As mudanças colaboraram para um crescimento significativo de mulheres ativas no mercado de trabalho. Um dado interessante levantado pela ONU, que se as mulheres tivessem mantido a condição dos anos 90, a pobreza extrema estaria em torno dos 30% e não dos 12% como estão agora.

No entanto, nenhum país pode se declarar livre da discriminação de gênero. De acordo com o Relatório de Desenvolvimento Humano de 2015, as mulheres ainda ganham 24% menos do que os homens exercendo o mesmo cargo e função, um dado bastante vergonhoso em vista do atual século em que vivemos.

E, avaliando uma cultura local, é possível enxergar que o ato de empoderar a si e a outras mulheres é ainda dificultoso para a própria classe, quando vemos apenas duas vereadoras na Câmara Municipal. Elas são a maior parte do eleitorado e, nesta Capital, assim como em todo o Brasil, é a grande minoria nos cargos públicos. Este quadro nos revela que ainda há muito do que ser discutido, pois apenas uma lei eleitoral que determina o mínimo de 30% de candidatas do sexo feminino não é suficiente.

É preciso mais. É preciso muito mais. Temos que fornecer instrumentos reais para dinamizar a participação das mulheres na política. Uma sugestão seria a reestruturação dos partidos, para que não sejam comandados apenas por homens, dando cada vez mais espaço para que elas estruturem com iguais condições suas campanhas.

Que sejam as mulheres, então, a nos dizerem como consideram que os governos poderiam facilitar esse processo. Que elas se sintam preparadas e dispostas a desafiar os estereótipos e preconceitos, para que se tornem modelos de inspiração para gerações futuras.